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Mais suscetível a manchas, a cútis morena escura e negra exige tratamentos específicos para evitar lesões à pele
Durante o XXI Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica, profissionais da área se reuniram para discutir novas opções de tratamento para a pele negra. Entre os assuntos em pauta esteve a depilação a laser para esse tom de cútis.
Segundo especialistas, o pelo da mulher negra é mais fino tem uma cutícula mais frágil. Devido a essa característica, ele enrola sobre si mesmo encravando com mais facilidade, abrindo caminho para inflamação e manchas.
Qualquer técnica que remova a superfície da pele é capaz de manchar as peles mais escuras. Por isso, o segredo é conseguir tratamentos de depilação a laser que sejam eficazes sem agredir a epiderme.
Para evitar essas complicações, os aparelhos modernos de depilação a laser utilizam filtros especiais para peles morenas, resfriamento das ponteiras ou cabeçotes (que entram em contato com a pele) e aumentam a duração do pulso, ou seja, dão uma energia alta ao tecido, porém em com um tempo de exposição maior.
Isso permite que os tecidos superficiais não se aqueçam demasiadamente, evitando queimaduras. Alguns aparelhos utilizados são o 1064 Yag pulso longo e diodo 810 nm em energias mais baixas. Profissionais afirmam que os resultados são satisfatórios, porém é necessário um número maior de sessões para a pele morena a negra conseguir a depilação definitiva. |